Monthly Archives: May 2018

Integral de Música de Câmara de Joly Braga Santos @ Évora, Lisboa e Castelo Branco – 6 a 8 Junho

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MÚSICA DE CÂMARA DE JOLY BRAGA SANTOS CELEBRA-SE EM DOSE TRIPLA EM JUNHO

6 Junho | Teatro Garcia de Resende, Évora | 21h30
7 Junho | CCB, Lisboa | 19h
8 Junho | CCCCB, Castelo Branco | 21h30

 

No ano do 30.º aniversário do desaparecimento de Joly Braga Santos, a Musicamera Produções prossegue o desígnio de celebrar e divulgar a obra de música de câmara de uma das principais figuras da música portuguesa do século XX. Já em Junho, apresentam três concertos que fazem parte do projecto “Integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos”.

No dia 6 de Junho, o reconhecido Quarteto Lopes-Graça faz as honras de abertura da 1ª edição do Festival 20.21 – Évora Música Contemporânea, às 21h30, no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Luís Pacheco Cunha (Violino), Maria José Laginha (Violino), Isabel Pimentel (Violeta) e Catherine Strynckx (Violoncelo) interpretarão peças de Joly Braga Santos para quarteto e ainda Prelúdio à Sesta das Cigarras, obra do compositor, pianista e director do festival Amílcar Vasques Dias, especialmente dedicada ao Quarteto Lopes-Graça.

No dia 7, Olga Prats (Piano), Leonor Braga Santos (Violeta), António Saiote (Clarinete), Nuno Ivo Cruz (Flauta), Ricardo Lopes (Oboé), Carolino Carreira (Fagote), Paulo Guerreiro (Trompa), Jorge Almeida (Trompete), António Quítalo (Trompete), Pedro Monteiro (Trompete), Jarret Buttler (Trombone), Vítor Faria (Trombone) e Ilídio Massacote (Tuba) sobem ao palco do CCB, em Lisboa, às 19h, para o quarto e último concerto da série “Integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos”.

Este mesmo programa é novamente apresentado pelos 13 músicos de excelência no dia 8, no CCCCB – Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, às 21h30.

Estreado em Novembro de 2017 no CCB, o projecto da Musicamera Produções “Integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos”, que reúne a música de câmara instrumental do compositor num ciclo orgânico de concertos em Portugal, continuará assim, em 2018 e 2019, a percorrer o país, num gesto de “defesa e fruição de um acervo fulcral no devir da cultura musical portuguesa” (Alejandro Erlich Oliva, Musicamera Produções).

Mais informações sobre os bilhetes do Festival 20.21 aqui, do CCB aqui e do CCCCB aqui.

 
Programas

Évora
Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 1, op. 4 (1945) 35’00’’
Dedicado a Luís de Freitas Branco
Allegro moderato
Allegro con fuoco
Andante tranquillo
Allegro molto energico e appassionato

Amílcar Vasques Dias [1945]
Prelúdio à Sesta das Cigarras (2010) 6’30’’
Obra dedicada ao Quarteto Lopes-Graça

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 2, op. 29 (1957) 23’00’’
Dedicado a Maria José Braga Santos
Largo – Allegro moderato
Adagio molto – Andante con moto
Largo – Allegro molto vivace

Lisboa e Castelo Branco
Joly Braga Santos [1924-1988]
Ária a Tre, op. 62 (1984) 8’50’’
Para Clarinete, Violeta e Piano
Dedicada a Diogo Paes, Leonor Braga Santos e António Rosa
interpretação de António Saiote, Leonor Braga Santos e Olga Prats

Joly Braga Santos [1924-1988]
Improviso, op. 70 (1988) 5’00’’
Para Clarinete e Piano
Dedicada a António Saiote e Olga Prats
interpretação de António Saiote e Olga Prats

Joly Braga Santos [1924-1988]
Peça para Fagote e Piano (1946) 3’50’’
Dedicado a Ângelo Pestana
interpretação de Carolino Carreira e Olga Prats

Joly Braga Santos [1924-1988]
Peça para Flauta e Piano 3’50’’
Dedicada a Luís Boulton
interpretação de Nuno Ivo Cruz e Olga Prats

Joly Braga Santos [1924-1988]
Adagio e Scherzino (1956) 6’50’’
Para Quinteto de Sopros
Dedicada ao Quinteto Nacional de Sopros
interpretação de Nuno Ivo Cruz, Ricardo Lopes, António Saiote, Carolino Carreira e Paulo Guerreiro

Joly Braga Santos [1924-1988]
Suite para Instrumentos de Metal (1985) 15’00’’
Para 3 Trompetes, Trompa, 2 Trombones e Tuba
Dedicado ao Grupo de Metais de Lisboa
interpretação de Jorge Almeida, António Quítalo, Pedro Monteiro, Paulo Guerreiro, Jarrett Buttler, Vítor Faria e Ilídio Massacote
Sobre o Quarteto Lopes-Graça
Composto por Luís Pacheco Cunha (Violino), Maria José Laginha (Violino), Isabel Pimentel (Violeta) e Catherine Strynckx (Violoncelo), o Quarteto Lopes-Graça formou-se em 2005 com o objectivo de dotar a Escola de Música do Conservatório Nacional (Lisboa) de um grupo de referência na área das cordas, com condições para desenvolver um trabalho permanente com output aos níveis da formação especializada em música de câmara (masterclasses de quarteto) e da promoção da escola, no país e no estrangeiro.
Desde então, afirmou-se como agrupamento de referência na sua área, tendo actuado nas mais importantes salas e eventos musicais do país: Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de Belém; Casa da Música do Porto; Culturgest, Teatro São Luiz, Teatro da Trindade, em Lisboa; Encontros de Música do Alentejo, em Évora, entre muitos outros projectos e espaços culturais.
Em Maio de 2009 editou o seu primeiro projecto discográfico – um CD com obras de Fernando Lopes-Graça e António Victorino d’Almeida; em 2011 um novo álbum, em conjunto com o Opus Ensemble e o Duo Contracello, com as obras estreadas no Festival CRIASONS; e em 2014/2015 dois CDs com a obra integral de Fernando Lopes-Graça para Quarteto e Piano, com Olga Prats.

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Estão abertas as inscrições para os Cursos de Verão Zêzere Arts 2018 – Até 1 de Julho

Bem-vindos ao evento que convida estudantes de nível médio e superior a participar numa série de Cursos de Verão e Masterclasses que decorrem no âmbito da edição 2018 do Festival ZêzereArts.
Um misto de experiência de desenvolvimento de carreira para músicos e um programa diversificado de performances de elevada qualidade para o público.
Festival ZêzereArts – Música no Património propõe Cursos Individuais de Violino, Violeta, Violoncelo e Contrabaixo e Cursos para Grupos de Música de Câmara, para os quais convocam-se:

▪ Estudantes avançados em Violino, Violeta, Violoncelo e Contrabaixo;
▪ Agrupamentos de Música de Câmara.

Os Cursos de Verão ZêzereArts têm orientação dos professores:
Eliot Lawson(Violino)
Gian Paolo Peloso (Violino)
Luís Pacheco Cunha (Violino)
Catherine Strynckx (Violoncelo)
Adriano Aguiar (Contrabaixo)
Jorge Alves (Violeta, Música de Câmara).

A grande novidade deste ano é
Masterclass com Ophélie Gaillard | Violoncelo | 25 a 27 de Julho
Oportunidade única de aprender com a extraordinária violoncelista francesa que irá proporcionar três dias de trabalho intenso com um grupo restrito de estudantes de grau Superior, Mestrado ou Pós-Graduação.

Datas:
▪ 1ª Semana | 14 a 22 de Julho – Vila Nova da Barquinha
▪ 2ª Semana | 22 a 29 de Julho – Tomar

Actividades:
▪ Masterclasses Individuais;
▪ Masterclasses de Música de Câmara, incluindo agrupamentos de câmara já formados (poderão englobar piano);
▪ Estudo e apresentação de repertório solista com Orquestra;
▪ Ensaios de Orquestra e Ensemble de Cordas;
▪ Concertos inseridos na edição 2018 do Festival ZêzereArts;
▪ Workshop diário de relaxamento.

Os estudantes serão assistidos em permanência pelas pianistas Ana Queiróz e Taíssa Poliakova que irão acompanhar ensaios, concertos e recitais. Haverá concertos de Música de Câmara da responsabilidade de alunos e professores, integrando a programação do Festival ZêzereArts. Alguns dos estudantes mais avançados terão possibilidade de estudar e apresentar-se em concerto a solo com a Orquestra do Festival.
Local:
Os Cursos de Verão ZêzereArts terão lugar entre a histórica e pitoresca cidade de Tomar e Vila Nova da Barquinha, terra dos Cavaleiros Templários. Será uma oportunidade única para disfrutar do famoso Convento de Cristo como um local de trabalho e de vivência intensa da música.
Os estudantes ficarão alojados e farão as suas refeições em Vila Nova da Barquinha, durante a primeira semana, e no Convento de Cristo, durante a segunda semana.
Ensaios, aulas e concertos terão lugar no Convento de Cristo e noutras salas, em Tomar, Vila Nova da Barquinha, Batalha e Ferreira do Zêzere.
Repertório Orquestral:
Obras de Mozart, Vivaldi, Telemann e Corelli; Serenata para Cordas de Tchaikovsky.

Condições:
Masterclasses Individuais (inclui Música de Câmara e Orquestra):
– Uma semana | 320€ || Duas semanas | 380€ *

Residentes em Tomar (sem estadia e alimentação):
– Uma semana | 240€  || Duas semanas | 320€

Masterclasses de Música de Câmara (agrupamentos já formados, de nível avançado – coaching diário):
– Uma semana | 200€  || Duas semanas  | 280€ *

Masterclasses de Ophélie Gaillard:
– Uma semana | 500€ ||  Duas semanas | 650€ *

As propinas incluem todas as despesas com aulas individuais e de música de câmara regulares com os diversos professores do Curso, além dos três dias de Masterclass com Ophélie Gaillard e estadia em regime de pensão completa. Não incluem o transporte para Tomar.

Apenas Masterclass de Ophélie Gaillard:
- Três dias | 400€
*Preço especial para estudantes portugueses – apoio Médio Tejo

As inscrições só serão aceites até 1 de Julho de 2018 em www.zezerearts.com

No acto da inscrição (realizada online) é cobrada 50% da propina, não reembolsável. As inscrições realizadas após 15 de Junho deverão pagar a totalidade da propina. Os estudantes com idade inferior a 18 anos terão de apresentar uma declaração de autorização do Encarregado de Educação e inscrever-se num seguro de acidentes pessoais, que terá um custo adicional de 10€.

Pagamentos por Transferência Bancária para:
IBAN – 0045 9060 4029 8122 4784 5

Envio obrigatório de comprovativo de pagamento para o mail: geral@musicamera.pt

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O projecto “Ver os Sons, Ouvir Imagens”, em Junho, com concertos em Seia e na Holanda

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“VER OS SONS, OUVIR IMAGENS”

DUO CONTRACELLO & Jaime Reis
site oficial| facebook
1 Junho – Conservatório de Música de Seia | 21h00
8 Junho – Conservatório de Amesterdão
9 Junho – Q-Factory em Amesterdão
entrada livre

Ver os Sons, Ouvir Imagens é um evento multimédia, de carácter performativo, onde os sons do violoncelo de Miguel Rocha e do contrabaixo de Adriano Aguiar interagem com as imagens audiovisuais criadas por Mariana Irene Aparício, Inês Silva e João Pedro Oliveira, controladas a vivo por Jaime Reis.

O Duo Contracello apresenta neste espectáculo obras de prestigiados compositores portugueses que escreveram especialmente para esta formação. São eles Isabel Soveral, Jaime Reis, Clotilde Rosa e Ângela Lopes.
Esta é também a ocasião para a estreia absoluta da obra “Dark Energy” de João Pedro Oliveira, acompanhada de imagens do próprio, e da estreia de trabalhos de António Chagas Rosa.

O trabalho criativo em torno da ideia de cruzamento entre duas expressões artísticas – a música e o filme – tem como principal objectivo a montagem de um espectáculo multidimensional, e o envolvimento simultaneamente erudito e emocional do(s) seu(s) público(s). Destaque, também, para uma clara possibilidade de exposição pedagógica dos sons e das imagens, através da componente perceptiva do espectáculo, em que ver e ouvir, é intencionalmente exposto e amplificado, proporcionando novas e intensas experiências aos seus espectadores.

O projecto Ver os Sons, Ouvir Imagens do Duo Contracello – que conta com o apoio da DGArtes e da Fundação GDA – apresenta-se no dia 1 de Junho, no Conservatório de Música de Seia, para depois seguir para a Holanda, onde dará mais dois concertos: dia 8 e 9 em Amesterdão, no Conservatório e na Q-Factory, respectivamente.
Em Dezembro de 2018 estão programados mais três concertos em Lisboa, Castelo Branco e Madrid.

Programa
Clotilde Rosa [1930-2017]
Peacefull Meeting (2016)
Com imagens de João Pedro Oliveira

Ângela Lopes (1972)
E(H)LLE(M) – “Sete momentos em forma de trança” (2017)
Com imagens de Inês Silva

Isabel Soveral [1961]
Anamorphoses VIII (2014)
Com imagens de Maria Irene Aparício

Jaime Reis [1983]
Fluxus, Drag (2015)
Com imagens de Maria Irene Aparício

João Pedro Oliveira [1959]
Dark Energy(2018) Estreia Mundial
Com imagens de João Pedro Oliveira

Sobre o Duo Contracello
Duo composto pelo violoncelista Miguel Rocha e o contrabaixista Adriano Aguiar.
Inicia a sua actividade em 1993 e no currículo tem apresentações em Portugal (tais como Festivais de Música de Espinho, de Leiria, Porto 2001-Capital Europeia da Cultura e Centro Cultural de Belém, Festival CriaSons 2011), em Espanha, França (Festival d’Ile de France), Suíça, Estados Unidos da América e República Checa.
O seu repertório, que se estende de Couperin a Berio, é constantemente enriquecido com obras originais especialmente dedicadas. A primeira realização discográfica do Duo Contracello, NUMERICA 1055, foi publicada no final de 1996 com o apoio do Ministério da Cultura e inclui obras de Boismortier, Pleyel, Rossini e Alexandre Delgado. Em 2006 foi lançado o segundo CD, “Duo Contracello II”, com obras de Couperin, Keyper, Mozart, Boukinik e Carlos Azevedo. O CD “Duo Contracello III”, editado em 2015 é inteiramente preenchido com obras dedicadas ao Duo Contracello por compositores portugueses: Sérgio Azevedo, Paulo Jorge Ferreira, António Victorino D’ Almeida, Isabel Soveral e César Viana. O programa deste último CD foi apresentado em numerosos concertos de norte a sul de Portugal, com o apoio da DGartes.

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