Author Archives: claudia.duarte

Geraldo e a Samira prestes a subir ao palco do Artes à Rua em Évora!

Faltam apenas 4 dias para a grande estreia de Geraldo e Samira – Uma Ópera Para Évora
31 AGO & 1 SET
22h00
Évora – Jardim da Palmeira

Corre o ano de 1165… 
Depois de um serão festivo nos jardins do palácio do alcaide de Yabura, Geraldo, tirando proveito de uma relação com Yasmina – que servia no palácio, rapta Samira, a filha do alcaide, e leva-a para o seu castro pretendendo usá-la como moeda de troca pela cidade.

© André Roma

Assim se dá o mote para “Geraldo e Samira – Uma Ópera Para Évora”, um épico inédito que se constitui como tributo a esta cidade alentejana e à sua importância na independência de Portugal. Um tributo feito de ficção, música e dança que parte dos amores e desamores, alianças e traições de dois dos mais destacados personagens da iconografia eborense: Geraldo Sem Pavor e a moura Samira.
Inspirados por toda a mitologia que rodeia estes dois personagens e este período ímpar da História de Portugal, a Musicamera e o conceituado compositor português Amílcar Vasques-Dias juntaram-se para conceber um espectáculo que conta com dezenas de cantores, actores, músicos e figurantes.
Os protagonistas da ópera são algumas das mais reconhecidas vozes da música lírica nacional e internacional: Marco Alves dos Santos como Geraldo, Natasa Sibalic como Samira e ainda Miguel Maduro Dias, Luís Rendas Pereira, Juliana Mauger e Manuel Gamito. Serão acompanhados por uma orquestra de 20 elementos, pelo coro Eborae Mvsica e um grupo de instrumentistas, bailarinos e cantores árabes, todos sob a direcção musical do maestro Brian MacKay e de Luís Pacheco Cunha.
Mas não só de profissionais se faz este espectáculo: também a comunidade eborense foi convidada a participar. Depois de um casting, os actores, músicos, dançarinos e membros da equipa técnica escolhidos trabalharam durante dois meses no projecto, em ambiente de residência artística.
Com música de Amílcar Vasques-Dias, “Geraldo & Samira – Uma Ópera para Évora” tem libreto original de Helena da Nóbrega, encenação de F. Pedro Oliveira, coreografia de Nélia Pinheiro e Isabel Telinhos é a responsável pelo guarda-roupa.
A estreia está marcada para os dias que encerram Agosto e dão as boas-vindas a Setembro, no Jardim da Palmeira (espaço verde contíguo ao Hotel M’Ar de Ar Muralhas), em Évora, sendo a entrada gratuita.
Descubra connosco este pedaço da nossa história!

Esta é uma produção da Musicamera que conta com o financiamento da Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Évora – Artes à Rua, inscrevendo-se no seguimento da candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura 2027.

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Festival CriaSons está de regresso aos Capuchos

Festival CriaSons – 2ª edição
Tendências da Música Contemporânea

7º CONCERTO
“PERSISTÊNCIA”

PROGRAMA de AMÍLCAR VASQUES-DIAS

Obras de Louis Andriessen, Misha Mengelberg, Edward Luiz Ayres d’Abreu, Klas Torstensson e Amílcar Vasques-Dias

24 AGOSTO 2019
ALMADA – Convento dos Capuchos
19h00

No dia 24 de Agosto, às 19h00, o CriaSons regressa a Almada para mais um concerto no Convento dos Capuchos, cuja entrada é livre.

Intitulado “Persistência”, o programa é um original do compositor Amílcar Vasques-Dias, criado para a 2ª edição do CriaSons, onde apresenta ao público português a Orkest De Volharding, fundada em 1972, em Amsterdão, pelo compositor Louis Andriessen. Conta com obras do próprio Amílcar Vasques-Dias, de Louis Andriessen, Misha Mengelberg, Edward Luiz Ayres d’Abreu, Klas Torstensson.

O elenco instrumental da Orkest, constituído por 13 músicos de formação erudita e com práticas musicais nas áreas do jazz, do rock, pop e da improvisação, tinha características sui generis: flauta / piccolo, 3 saxofones (soprano, alto, tenor), trompa, 3 trompetes, 3 trombones, contrabaixo e piano. Era uma alternativa-provocação ao aparatoso ‘símbolo de Estado’ da grande e pesada orquestra clássico-romântica holandesa!

O programa inclui o arranjo/orquestração de ‘Grândola, Vila Morena’, de José Afonso, realizado pelo compositor em 1974, a pedido de Louis Andriessen, as peças ‘Balada do Amor Militante’ (1980), ‘Coro da Primavera’ (1981), ‘Canto de trabalho’ (1980), ‘Romance d’O Conde da Alemanha’ (1982) e ‘Pranto’ (1984/88). Vai ser ainda apresentada ‘Vanfarra’, uma obra que estreou no último concerto do CriaSons e que foi criada para o festival, pelo compositor emergente Edward Luiz D’Abreu.

Amílcar Vasques-Dias é compositor e pianista. Construiu a sua carreira entre Portugal e Holanda, onde foi aluno de Louis Andriessen, Peter Schat, Jan van Vlijmen e de Dick Raaijmakers. Destaca-se ainda a formação que teve com Karlheinz Stockhausen, com Iannis Xenakis e com Cândido Lima. O interesse pela música tradicional portuguesa surge a partir do contacto com Fernando Lopes-Graça. Os seus concertos passaram já por Portugal, Espanha, Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Rússia, Canadá e Estados Unidos da América.

O concerto no Convento dos Capuchos conta com interpretação de Manuel Luís Cochofel (flauta), Ricardo Pires, João Pedro Silva, Elmano Coelho (saxofones), Sérgio Charrinho, Pedro Monteiro, Rui Chainho (trompetes), Ruben da Luz, Eduardo Lála (trombones), Mário Vicente (trombone baixo), Nuno Cunha (trompa), Daniel Bernardes (piano), Miguel Menezes (contrabaixo) e Brian MacKay (maestro).

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Atenção artistas de ÉVORA: estamos à vossa espera!

Não percam a oportunidade de fazer parte desta grande produção.

Todas as informações, na imagem abaixo!

Esperamos por todos!

 

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Festival CriaSons chega a Évora – 6º Concerto – Programa Amílcar Vasques-Dias – 16 Jun …

Festival CriaSons – 2ª edição
Tendências da Música Contemporânea


6º CONCERTO
“PERSISTÊNCIA”

PROGRAMA de AMÍLCAR VASQUES-DIAS

Obras de Louis Andriessen, Misha Mengelberg, Edward Luiz Ayres d’Abreu, Klas Torstensson e Amílcar Vasques-Dias

16 JUNHO 2019
ÈVORA – Teatro Garcia de Resende
18h00

A 2ª edição do CriaSons chega este fim de semana ao 6º concerto.

Depois de Lisboa, Seia e Almada, o festival chega a Évora com um programa composto por um dos nomes maiores daquela cidade, um dos nomes maiores da música erúdita nacional: o compositor Amílcar Vasques-Dias.

Intitulado “Persistência”, o programa inédito conta com obras de, Louis Andriessen, Misha Mengelberg, Edward Luiz Ayres d’Abreu, Klas Torstensson e do próprio Amílcar Vasques-Dias e domingo, dia 16 de Junho, sobre ao palco do Teatro Garcia de Resende, pelas 18h00, inserido na programação do Festival 20.21 — Évora Músicas Contemporâneas.

Amílcar Vasques-Dias é compositor e pianista, tendo construído a sua carreira entre Portugal e a Holanda, onde foi aluno de Louis Andriessen, Peter Schat, de Jan van Vlijmen e de Dick Raaijmakers. Destaca-se ainda a formação que teve com Karlheinz Stockhausen, com Iannis Xenakis, e com Cândido Lima, Do contacto com Fernando Lopes-Graça surge o interesse pela música tradicional portuguesa. Já realizou concertos em Portugal, Espanha, Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Rússia, Canadá e nos Estados Unidos da América.

Neste concerto, Amílcar Vasques-Dias enquanto compositor residente CriaSons, apresenta ao público português a ORKEST DE VOLHARDING, fundada em 1972, em Amsterdão, pelo compositor Louis Andriessen.
Constituída por 13 músicos de formação erudita e com práticas musicais nas áreas do jazz, do rock, pop e da improvisação, o elenco instrumental da Orkest tinha características sui generis: flauta / piccolo, 3 saxofones (soprano, alto, tenor), trompa, 3 trompetes, 3 trombones, contrabaixo e piano. Era uma alternativa- provocação ao aparatoso ‘símbolo de Estado’ da grande e pesada orquestra clássico-romântica holandesa! Este programa inclui assim o arranjo/orquestração de ‘Grândola, Vila Morena’, de José Afonso, que realizado pelo compositor em 1974, a pedido de Louis Andriessen, as peças ‘Balada do Amor militante’ (1980), ‘Coro da Primavera’ (1981), ‘Canto de trabalho’ (1980), ‘Romance d’O Conde da Alemanha’ (1982) e ‘Pranto’ (1984/88). Ainda VANFARRA, obra em estreia absoluta, criada em especial para o Festival Criasons pelo compositor emergente Edward Luiz D’Abreu.

Depois de cinco concertos memoráveis com programas inéditos de Fernando C. Lapa (10 Dez 2018), Cândido Lima (14 Jan 2019), Alejandro Erlich Oliva (11 Fev 2019), Eurico Carrapatoso (2 Mar 2019) e Alexandre Delgado (6 de Abril 2019), a não perder, “Persistência” de Amílcar Vasques-Dias.

Dia 16 de Junho, no Teatro Garcia de Resende em Évora, pelas 18h00 – com interpretação de Manuel Luís Cochofel (flauta), Ricardo Pires, João Pedro Silva, Elmano Coelho (saxofones), Sérgio Charrinho, Pedro Monteiro, Rui Chainho (trompetes), Ruben da Luz, Eduardo Lála (trombones), Mário Vicente (trombone baixo), Nuno Cunha (trompa), Daniel Bernardes (piano), Miguel Menezes (contrabaixo) e Brian MacKay (maestro).

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CALL/CASTING PARA ÓPERA GERALDO & SAMIRA – Évora

A Musicamera orgulha-se de apresentar um extraordinário espectáculo que celebra a cidade de Évora.
Geraldo & Samira será a produção operática que vai glorificar a história épica daquela cidade alentajana, com mais de 5 milénios.
Pelo que se procuram actores/actrizes, músicos, dançarinos/as, grupos musicais, figurinistas, cenógrafos/as ou frentes-de-casa para fazer parte deste grandioso evento.
Para participar, basta enviar um email para geral@musicamera.pt com nome e nº de telefone.
Os castings têm lugar nos dias 8 e 15 de Junho, na Arena de Évora, entre as 10h e as 12h. 

Esta é uma oportunidade única de fazer parte da história artística da cidade de Évora.

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Quarteto Lopes-Graça apresenta “Integral da Música de Câmara” de Joly Braga Santos – 27 de Abril – Castelo Branco

O ciclo de concertos “Integral Joly Braga Santos – Os Quartetos” pelo Quarteto Lopes-Graça, continua! Depois de passar por Cascais e por Loulé, segue agora para Castelo Branco, para actuar no Centro de Cultura Contemporânea, já dia 27 de Abril.

Este ciclo integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos foi  iniciado pelo Quarteto Lopes-Graça em 2018, ano do 30º aniversário da morte do compositor, para comemorar a obra de música de câmara de uma das principais figuras da música portuguesa do século XX.

O reconhecido quarteto de cordas, composto por Luís Pacheco Cunha (Violino), Maria José Laginha (Violino), Isabel Pimentel (Violeta) e Catherine Strynckx (Violoncelo), apresentará duas obras: “Quarteto de Arcos nº1, op.4”, uma obra de 1945, dedicada a Luís de Freitas Branco, que por 35 minutos nos transporta de Allegro moderato a Allegro con fuoco, passando por Andante tranquillo, e Allegro molto energico e appassionato; e “Quarteto de Arcos nº2, op.29”, de 1957 e dedicado a Maria José Braga Santos, em tons de Largo – Allegro moderatoAdagio molto – Andante con moto e Largo – Allegro molto vivace.

Este projecto da Musicamera Produções estreou-se em 2017 no CCB, e foi um tal êxito que aí voltou no ano seguinte, assim como passou por outras localizações como o Teatro Garcia de Resende, em Évora, e o CCCB, em Castelo Branco. Agora em 2019, e depois de passar por Cascais e Loulé, o Quarteto Graça-Lopes regressa a essa sala que já lhe é querida, em Castelo Branco, num gesto de “defesa e fruição de um acervo fulcral no devir da cultura musical portuguesa”.

Concerto da série “Integral Joly Braga Santos – Os Quartetos” a não perder no dia 27 de Abril, às 21h30, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco.

Programas

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 1, op. 4 (1945) 35’00’’
Dedicado a Luís de Freitas Branco
Allegro moderato
Allegro con fuoco
Andante tranquillo
Allegro molto energico e appassionato

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 2, op. 29 (1957) 23’00’’
Dedicado a Maria José Braga Santos
Largo – Allegro moderato
Adagio molto – Andante con moto
Largo – Allegro molto vivace

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Quarteto Lopes-Graça apresenta “Integral Joly Braga Santos – Os Quartetos” – 24 de Abril – Loulé, Auditório Solar da Música Nova

Depois de Cascais, no passado dia 30 de Março, o ciclo de concertos “Integral Joly Braga Santos – Os Quartetos”, pelo Quarteto Lopes-Graça, continua no próximo dia 24 de Abril, no Auditório Solar da Música Nova, em Loulé.

Este ciclo integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos foi  iniciado pelo Quarteto Lopes-Graça em 2018, ano do 30º aniversário da morte do compositor, para comemorar a obra de música de câmara de uma das principais figuras da música portuguesa do século XX.

O reconhecido quarteto de cordas, composto por Luís Pacheco Cunha (Violino), Maria José Laginha (Violino), Isabel Pimentel (Violeta) e Catherine Strynckx (Violoncelo), apresentará duas obras: “Quarteto de Arcos nº1, op.4”, uma obra de 1945, dedicada a Luís de Freitas Branco, que por 35 minutos nos transporta de Allegro moderato a Allegro con fuoco, passando por Andante tranquillo, e Allegro molto energico e appassionato; e “Quarteto de Arcos nº2, op.29”, de 1957 e dedicado a Maria José Braga Santos, em tons de Largo – Allegro moderatoAdagio molto – Andante con moto e Largo – Allegro molto vivace.

Este projecto da Musicamera Produções estreou-se em 2017 no CCB, e foi um tal êxito que aí voltou no ano seguinte, assim como passou por outras localizações como o Teatro Garcia de Resende, em Évora, e o CCCB, em Castelo Branco. Agora em 2019, e depois de Cascais, o Quarteto Graça-Lopes levará ainda este evento a Loulé, num gesto de “defesa e fruição de um acervo fulcral no devir da cultura musical portuguesa”.

Concerto da série “Integral Joly Braga Santos – Os Quartetos” a não perder no dia 24 de Abril, às 19h, no Auditório Solar da Música Nova, em Loulé.

Programas

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 1, op. 4 (1945) 35’00’’
Dedicado a Luís de Freitas Branco
Allegro moderato
Allegro con fuoco
Andante tranquillo
Allegro molto energico e appassionato

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 2, op. 29 (1957) 23’00’’
Dedicado a Maria José Braga Santos
Largo – Allegro moderato
Adagio molto – Andante con moto
Largo – Allegro molto vivace

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Quarteto Lopes-Graça apresenta “Integral da Música de Câmara” de Joly Braga Santos – 30 Março – Cascais, Museu da Música Portuguesa

No próximo dia 30 de Março, o Quarteto Lopes-Graça sobe ao palco do Museu da Música Portuguesa, em Cascais, para prestar homenagem ao grande compositor Joly Braga Santos. Este evento integra-se no ciclo de concertos “Integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos”, já iniciado em 2018, ano do 30º aniversário da morte do compositor, e serve para celebrar a obra de música de câmara de uma das principais figuras da música portuguesa do século XX.

O reconhecido quarteto de cordas, composto por Luís Pacheco Cunha (Violino), Maria José Laginha (Violino), Isabel Pimentel (Violeta) e Catherine Strynckx(Violoncelo) apresentará duas obras: “Quarteto de Arcos nº1, op.4”, uma obra de 1945, dedicada a Luís de Freitas Branco, que por 35 minutos nos transporta de Allegro moderato a Allegro con fuoco, passando por Andante tranquillo, e Allegro molto energico e appassionato; e “Quarteto de Arcos nº2, op.29”, de 1957 e dedicado a Maria José Braga Santos, em tons de Largo – Allegro moderatoAdagio molto – Andante con moto e Largo – Allegro molto vivace.

Este projecto da Musicamera Produções estreou-se em 2017 no CCB, e foi um tal êxito que aí voltou no ano seguinte, assim como passou por outras localizações como o Teatro Garcia de Resende, em Évora, e o CCCB, em Castelo Branco. Agora em 2019, e depois de Cascais, o Quarteto Graça-Lopes levará ainda este evento a Loulé, num gesto de “defesa e fruição de um acervo fulcral no devir da cultura musical portuguesa”.

Concerto da série “Integral da Música de Câmara de Joly Braga Santos” a não perder no dia 30 de Março, às 18h, no Museu da Música Portuguesa em Cascais.

Programas

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 1, op. 4 (1945) 35’00’’
Dedicado a Luís de Freitas Branco
Allegro moderato
Allegro con fuoco
Andante tranquillo
Allegro molto energico e appassionato

Joly Braga Santos [1924-1988]
Quarteto de Arcos nº 2, op. 29 (1957) 23’00’’
Dedicado a Maria José Braga Santos
Largo – Allegro moderato
Adagio molto – Andante con moto
Largo – Allegro molto vivace

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Festival CriaSons agora em Almada – 5º Concerto – Programa Alexandre Delgado – 6 Abril | Auditório do Convento dos Capuchos

A 2ª edição do Festival CriaSons vai já para o 5º concerto. Depois de Lisboa e Seia, o concerto que se segue intitula-se “Sopro XX / XXI” e foi desenhado por Alexandre Delgado e acontece a 6 de Abril, no Auditório do Convento dos Capuchos, em Almada.

Alexandre Delgado é compositor e violetista, integrou a Orquestra Gulbenkian e actualmente faz parte do Quarteto com Piano de Moscovo. Foi aluno particular de Joly Braga Santos e acumula condecorações como o 1º Prémio de Composição do Conservatório de Nice (1990) e o Prémio francês para Jovens Músicos (1987).

Neste concerto, Alexandre Delgado enquanto compositor residente CriaSons, apresentará a sua obra “Os Nossos Dias” (1987) para flauta, oboé, trompa e fagote, que o músico declara inspirada em Alexandre O’Neill. A sua lado, poderemos ouvir a obra “Tríptico”, para Quinteto de Sopros, do jovem compositor Tiago Derriça, composta a propósito para o festival, de forma que se trata de uma estreia absoluta. A balizar estas duas peças, “Sopro XX/XXI” conta ainda com a obra “Mládí” do grande modernista checo Janáček, que ilustra a sua originalidade telúrica; e a obra “Sexteto”, de Francis Poulenc – uma peça para Piano e Sopros, que prova a irreverência cativante do compositor parisiense.

Depois de três concertos memoráveis em Lisboa com programas de Fernando C. Lapa (10 Dez 2018), Cândido Lima (14 Jan 2019) e de Alejandro Erlich Oliva (11 Fev 2019), o Festival CriaSons seguiu o interior do país, com um concerto em Seia por Eurico Carrapatoso (2 Mar 2019) e agora cristaliza-se em Almada, a 6 de Abril.

Este 5º concerto oferece um programa que revitaliza a música de câmara, neste caso dedicada especificamente a Sopros e Piano, num casamento de obras do século XX e do século XXI, com o objectivo de cativar ouvintes menos usuais.

A não perder: Programa “Sopro XX / XXI” de Alexandre Delgado – dia 6 de Abril, no Auditório do Convento dos Capuchos em Almada, pelas 16h30 – com interpretação de Katharine Rawdon (flauta), Bethany Akers (oboé), Paulo Gaspar (clarinete), Jorge Trindade (clarinete e clarinete baixo), Franz-Juergen Dorsam (fagote), Gabriele Amaru (trompa) e Alexei Eremin (piano).

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“Ver os Sons, Ouvir Imagens” com dois novos espectáculos em Lisboa e Porto

Ver os Sons, Ouvir Imagens é um evento multimédia, de carácter performativo, onde os sons do violoncelo de Miguel Rocha e do contrabaixo de Adriano Aguiar interagem com as imagens audiovisuais criadas por Mariana Irene Aparício, Inês Silva, Gabriel Marmelo e João Pedro Oliveira, controladas a vivo por Jaime ReisOs próximos espectáculos são já no dia 15 de Março, às 19h30, no espaço Lisboa Incomum, em Lisboa e dois dias depois, a 17 de Março, às 18h30, no Porto, no Teatro Helena Sá e Costa da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE).

O Duo Contracello apresenta neste espectáculo obras de prestigiados compositores portugueses que escreveram especialmente para esta formação. São eles Isabel Soveral, Jaime Reis, Clotilde Rosa e Ângela Lopes. Esta é também a ocasião para a estreia absoluta da obra “Dark Energy” de João Pedro Oliveira, acompanhada de imagens do próprio, e da estreia de trabalhos de António Chagas Rosa.

O trabalho criativo em torno da ideia de cruzamento entre duas expressões artísticas – a música e o filme – tem como principal objectivo a montagem de um espectáculo multidimensional, e o envolvimento simultaneamente erudito e emocional do(s) seu(s) público(s). Destaque, também, para uma clara possibilidade de exposição pedagógica dos sons e das imagens, através da componente perceptiva do espectáculo, em que ver e ouvir, é intencionalmente exposto e amplificado, proporcionando novas e intensas experiências aos seus espectadores.

O projecto Ver os Sons, Ouvir Imagens do Duo Contracello – que conta com o apoio da DGArtes e da Fundação GDA – apresenta-se no dia 15 de Março, às 19h30, no Lisboa Incomum, na capital, para depois seguir para o Porto, para um segundo espectáculo no Teatro Helena Sá e Costa da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), a 17 de Março, às 18h30.

Programa

Clotilde Rosa [1930-2017] 
Peacefull Meeting (2016) 
Com imagens de João Pedro Oliveira

Ângela Lopes (1972) 
E(H)LLE(M) – “Sete momentos em forma de trança” (2017) 
Com imagens de Inês Silva

Isabel Soveral [1961] 
Anamorphoses VIII (2014) 
Com imagens de Maria Irene Aparício

Jaime Reis [1983] 
Fluxus, Drag (2015) 
Com imagens de Maria Irene Aparício

António Chagas Rosa [1960] 
La barque partie (2018) – 1ª audição 
Com imagens de Gabriel Marmelo

João Pedro Oliveira [1959] 
Dark Energy (2018)
Com imagens de João Pedro Oliveira

Obras dedicadas ao Duo Contracello

Sobre o Duo Contracello

Duo composto pelo violoncelista Miguel Rocha e o contrabaixista Adriano Aguiar.
Inicia a sua actividade em 1993 e no currículo tem apresentações em Portugal (tais como Festivais de Música de Espinho, de Leiria, Porto 2001-Capital Europeia da Cultura e Centro Cultural de Belém, Festival CriaSons 2011), em Espanha, França (Festival d’Ile de France), Suíça, Estados Unidos da América, República Checa e Holanda.
O seu repertório, que se estende de Couperin a Berio, é constantemente enriquecido com obras originais especialmente dedicadas. A primeira realização discográfica do Duo Contracello, NUMERICA 1055, foi publicada no final de 1996 com o apoio do Ministério da Cultura e inclui obras de Boismortier, Pleyel, Rossini e Alexandre Delgado. Em 2006 foi lançado o segundo CD, “Duo Contracello II”, com obras de Couperin, Keyper, Mozart, Boukinik e Carlos Azevedo. O CD “Duo Contracello III”, editado em 2015 é inteiramente preenchido com obras dedicadas ao Duo Contracello por compositores portugueses: Sérgio Azevedo, Paulo Jorge Ferreira, António Victorino D’ Almeida, Isabel Soveral e César Viana. O programa deste último CD foi apresentado em numerosos concertos de norte a sul de Portugal, com o apoio da DGartes.
Nos últimos anos o Duo Contracello tem desenvolvido um projecto intitulado “Ver os sons, ouvir imagens”, que tem vindo a ser concretizado em vários espectáculos, com destaque para o Festival COMA’15, em Madrid e para o BASS 16, em Praga, e que obteve recentemente os apoios do estado de Portugal – Cultura, através de financiamento da Direção Geral das Artes e também da Fundação GDA. Estes apoios, geridos pela Musicamera Produções, já permitiram realizar concertos em Portugal, Holanda e Espanha, com continuidade em 2019, tendo como objectivo a fixação da parte áudio, em CD, e de todo o espectáculo em DVD.

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