30 de Novembro 2022 | 21H30

TEATRO ABERTO, LISBOA

FICHA ARTÍSTICA

Intérpretes (ordem alfabética)

Música - António de Sousa Dias

Manifestos DADA - Tristan Tzara

Encenação - Alexandre Lyra Leite

Tradução - Rita Leite

Barítono - Rui Baeta

Soprano - Joana Manuel

Soprano - Célia Teixeira

Ensemble - Fábio Oliveira (trompete), Philippe Trovão (saxofone tenor), Guilherme Reis (contrabaixo), António de Sousa Dias (eletrónica)

Co-produção - Musicamera / Festival CriaSons e Inestética companhia teatral

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Manifesto NaDa de António de Sousa Dias

Criação a partir de Manifestos DADA de Tristan Tzara.

Manifesto NaDa inspira-se no irreverente movimento DADA, que no início do séc. XX provocou rupturas na percepção da arte e inspirou inúmeros artistas e colectivos de vanguarda. Tristan Tzara, considerado o precursor do movimento Dadaísta, afirma claramente com a publicação do livro “Sete Manifestos Dada” (1924) a ruptura entre poesia tradicional e poesia dadaísta, numa atitude provocatória de desconstrução e negação de todas as convenções culturais, sociais, morais, estéticas e linguísticas.

A música de António de Sousa Dias propõe uma viagem possível neste universo, cortejando a desconstrução, flirtando com a colagem, namoriscando a irreverência, num piscar de olhos a diferentes expressões musicais contemporâneas ou próximas do movimento DADA e onde a lógica não é a regra.